
Renato BrunoFico a pensar. De que seria, a minha vida sem ela. Eu já não sei. Espera, eu estou mentindo. Eu sei sim o que é viver sem ela, eu já vivo assim. Mas hipoteticamente dizendo, se eu não soubesse. Eu saberia como é viver sem ela? Se seria isso que já sinto, está solidão, fico sem entender. Aliás, nunca entendi, até porque o porque é porque! Ai, já me vejo a pensar, em relação a hipocrisia do humano. Pra que criamos o porque, se hoje já não estamos mas, interessado em saber como anda a vida de amigos. Vivemos em um mundo sem coragem? Acho que é isso, porque já não perguntamos, o porque das coisas. "Como você está? Como esteve? Como estará?Na atualidade, perguntar é sinônimo de fofoca, curioso, falso ou até futuro jornalista ( Mais conhecido como especulador).Chego a pensar que deixamos a felicidade passar em nossa frente, não a seguramos, por ter o simples medo de ser feliz. Mas tudo bem, nós só queremos nos divertir, não é? Ou não?Sei lá, já não sei pra que amamos, pra nos decepcionarmos, sermos felizes ou pelo pleno plano de Deus em reproduzir nossa espécie. Inconstante coração, parecido com o nome da recente novela da Globo, não?! Pois não é que o coração é inconstante, insensato e tanto outros adjetivos que mostram que o nosso coração sentimental já não sabe o que quer. Acabo de dizer a uma amiga, que poderíamos APRENDER A SER FELIZ, pois, escolhemos alternativas erradas e acabamos saindo mal no nosso teste sentimental. Tirando nota zero, quase sempre. E de zero em zero, ficamos no zero a zero.
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